Juntas de expansão são componentes vitais na grande maioria das plantas industriais. Elas são instaladas como componentes flexíveis em máquinas, sistemas de tubulações e dutos, bombas, compressões, sistemas de exaustão e chaminés, vasos de pressão, trocadores de calor, dentre tantas outras aplicações visando compensar dilatações térmicas, atenuar vibrações e desalinhamentos.


Todos os materiais expandem e contraem devido às variações de temperatura. Em um sistema essas variações térmicas podem produzir tensões sobre o sistema em pontos fixos tais como equipamentos bem como na tubulação ou duto propriamente dita.


As juntas de expansão Diaved consistem de um elemento flexível – podendo ser metálico, em borracha, PTFE e tecido industrial – e de um terminal apropriado para o acoplamento da junta de expansão no sistema (tubulação ou equipamento) que deverá recebê-la; e ainda quando se fizer necessário, podem conter outros componentes, tais como tubo interno guia, tensores, dobradiças, anéis cardânicos, anéis equalizadores e de reforço, etc.


 



Este modelo é composto basicamente pelo fole (elemento flexível) e os terminais de conexão utilizados para acoplamento ao local de instalação (flanges, tubos terminais para solda, ponta para abraçadeira, terminais roscados, etc.). Apesar de ter maior capacidade de absorver movimentos axiais (movimento ao longo do eixo da tubulação), pode defletir em qualquer direção ou plano visando absorver dilatações térmicas.

São instaladas de modo que apenas uma junta de expansão deve ser instalada entre dois pontos fixos da tubulação. Tubulações onde este modelo é utilizado deve ser protegido contra movimentos laterais e/ou angulares.





Este modelo de junta de expansão é utilizado para absorver grandes movimentos laterais (transversais) ao eixo da tubulação, e/ou axiais. Além dos foles e terminais, similar ao modelo axial, contém também um tubo entre dois foles que é utilizado para aumentar a capacidade deste modelo. Os tensores, que podem ou não ser utilizados neste modelo, têm a função de absorver os esforços de reação devido a pressão interna.






Este modelo é adequado em instalações onde é impossível criar pontos fixos robustos e onde flexões no sistema de tubulação ocorre. Devido a sua forma construtiva não absorve movimentos axiais de extensão e/ ou compressão. A utilização de 2 ou 3 juntas de expansão deste modelo é comumente utilizado para melhor absorver os movimentos da tubulação. A junta de expansão dobradiça absorve movimentos em apenas um plano da tubulação onde é instalada.



Este modelo é similar a junta de expansão dobradiça com a diferença de absorver movimentos em qualquer plano do sistema de tubulação. Este caso ocorre quando há tubulações que se conectam vindo de duas direções diferentes. Este modelo é capaz de realizar esta tarefa graças a sua forma construtiva que possui um anel cardânico que funciona de forma similar a uma junta universal utilizada em automóveis.



São utilizadas principalmente para absorver ruídos e vibrações entre equipamentos rotativos tais como bombas, compressores e tubulações e assim como as juntas de expansão metálicas compensam dilatações térmicas em qualquer direção e plano. Devido ao material utilizado na confecção do elemento flexível (elastômeros) tem como principal desvantagem menor resistência a temperatura e como principal vantagem maior flexibilidade.






Possui as mesmas características das juntas de expansão axial, tendo como diferença principal o material do fole (elemento flexível) que neste modelo é em PTFE. São especialmente recomendadas para sistemas que operam com fluídos altamente corrosivos e/ou sofrem a incidência de atmosferas ou ambiente com elevado grau de agressividade química.




Possui as mesmas características das juntas de expansão axial, tendo como diferença principal o material dos terminais (pontas para solda em encaixe) que neste modelo são em cobre, sendo especialmente projetadas para sistemas prediais e onde predominam sistemas de tubulação de materiais não ferrosos (cobre, bronze, etc.). Dessa forma é recomendada para trabalhar com temperaturas de trabalho de até 150 °C e pressões de até 5,0 kgf/cm².